Emy Winnerhouse e os palcos do futuro
Ela não tivera tempo nem para respirar direito -que dirá pensar!- e o quarto se tornou frio com a fumaça que entrava pelas frestas.
-Wou, essa deve ser da boa!-Exclamou correndo para a porta e sendo barrado por um espírito...horrível. Macabro. Terrível. Assustador. Tá, acho que você entendeu o pu*a susto que Ceicarelli tomou. Cambaleou para trás e caiu de costas na cama. O espírito usava uma blusa branca, caindo frouxamente e mostrando o sutiã preto. Era levemente vesgo e tinha o cabelo alto e desarrumado. E lembrava um pouco um bisturi com dor de estômago e de peruca. Eis seu retrato falado:


O espírito sorriu debilmente, fumando um cigarro apertado de maconha.
-Sinceramente, eu já vi melhores.-Riu e puxou-a pelo pulso. Repitiu-se todo o processo dark-googleástico e ela estava em um lugar apertado, com garotos e garotas rebolando até o chão e uma...pessoa que lembrava Ceicarelli lá em cima, no palco, cantando:
"Asma, a-asma, eu conheci três fantasma" quarenta e sete vezes seguidas. Era mais ou menos assim, conforme nos relatou a personagem principal da história:

Ela ofegou e pela primeira vez na vida pensou rápido:
-A...aquela sou eu?-Gemeu, assustada.-No futuro?
-Daqui a dois anos.-Riu Emy, indicando os aros do Google que voltavam a crescer. Elas entraram e Ceicarelli se jogou ao chão, aos prantos.
-Não acredito, vou me tornar aquela baranga?-Ofegou, esperneando.
-Vai sim. Pelo menos vai estar melhor que eu. Ou não.-O espírito riu e sumiu, deixando uma estranhamente pensativa Ceicarelli com a maquilagem manchada.
Um comentário:
haushuahsuahsuahsua
MEU ESTE TAVA ILÁRIO!
hsuahsuahsuahsuahushauhsuahsuahsuahsuahsa
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